Por que devemos ler?

Um país é feito de homens e livros, já dizia Monteiro Lobato.
Um país saudável é feito de homens que lêem. Ler desenvolve a inteligência, socializa, informa e previne doenças.
A leitura cura. Cura a falta de informação, a mente sem conteúdo, a dificuldade de se expressar, a inflexibilidade de pensamento, etc.  
Ler é chave para estimular a memória e a atenção. Para um dos mais ativos cientistas do país, Ivan Izquierdo, exercitar a memória é uma das chaves para envelhecer com qualidade. Segundo recentes estudos da neurociência, indivíduos com a doença Alzheimer, que eram leitores, têm diminuído a velocidade da doença. Um ótimo exercício para a memória são palavras cruzadas e literatura!
Ler é aprender.  Aprendemos, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, desde  sempre, mais precisamente "desde que somos do tamanho da cabeça de um alfinete".
Desde bebê podemos desenvolver as habilidades para a leitura.

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Um estudo em vermelho

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Livro de Investigação

Lei-a livros de investigação, entre no mundo do Sherlock Holmes.

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Livro infantil

Lei-a livros infantis também, como:


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Livro de Romance

Se você quer ler um livro de romance
Lei-a o livro antigo, mas muito bom em romance

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A maior Biblioteca do mundo

"Considerada a maior da América Latina e 8ª maior do Mundo, a Biblioteca Nacional foi fundada em 29 de outubro de 1810 em um hospital próximo à Praça 15. De lá, foi para o prédio que abriga a Escola de Música da UFRJ, na Lapa, onde permaneceu até outubro de 1910, quando o atual edifício, na Avenida Rio Branco, foi concluído.



Setor onde o acesso é o mais restrito, a Divisão de Obras Raras guarda as peças impressas mais valiosas da instituição, algumas de quase R$ 9 milhões. Entre as ‘joias’ está a Bíblia de Mogúncia, primeiro impresso que contém data, lugar de impressão e nome do impressor. Segundo a chefe do departamento, Ana Virgínia Pinheiro, uma universidade norte-americana ofereceu um prédio por um exemplar da obra, mas a instituição recusou a proposta. A Biblioteca tem dois exemplares, cada um com dois volumes.

Por ter valor incalculável, a Bíblia fica guardada em um dos três cofres do setor, cujo segredo é conhecido por apenas um funcionário. O livro ‘Os Lusíadas’, de Luís de Camões, também está trancafiado. O acesso às obras raras não é proibido, mas o pesquisador precisa de uma boa justificativa para explorar o local. “O usuário deve comprovar que o objeto de estudo necessita das obras raras. Quando o cofre é aberto, a equipe de segurança é avisada e fica alerta”, explica.

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O que é um livro?

Livro é um volume transportável, composto por páginas encadernadas, contendotexto manuscrito ou impresso e/ou imagens e que forma uma publicação unitária (ou foi concebido como tal) ou a parte principal de um trabalho literário, científico ou outro.
Em ciência da informação o livro é chamado monografia, para distingui-lo de outros tipos de publicação como revistas, periódicos, teses, tesauros, etc.
Na idade Média o livro sofre um pouco, na Europa, as consequências do excessivo fervor religioso, e passa a ser considerado em si como um objeto de salvação. A característica mais marcante da Idade Média é o surgimento dos monges copistas, homens dedicados em período integral a reproduzir as obras, herdeiros dos escribas egípcios ou dos libraii romanos. Nos mosteiros era conservada a cultura da Antiguidade. Apareceram nessa época os textos didáticos, destinados à formação dos religiosos.
O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernácula, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.
Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias. Foi em 1405 surgia na China, por meio de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que provocaria uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.

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